quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Já tá se achando...

Os três no carro, vovô Ed dirigindo, vó Tetê no banco de trás com Bombom na cadeirinha. Ele começa a reinar porque quer colocar a mão para fora da janela e a vovó não deixa. Brabo, mexe-se tanto na cadeirinha que acaba sentado no banco, com a cadeirinha por cima.
Vovó pergunta: Tá sentado na tua cadeirinha? Ele: Não, ela é que tá sentada em mim. A brabeza acaba ali, porque os dois não resistem e caem na risada. Ele, se achando: Bota essa no meu blog...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Simplificando a crise existencial


Estavam na cozinha de casa a mãe, o Bom e o Dadá. De repente o mano Conrado irrompe, bradando:

- Dadá, Dadá! Eu não acredito em nada! Não acredito em Deus, não acredito em ciência, não acredito em religião. O que é que eu sou???

E o Bom, de bate-pronto: burro...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Divulgando a boa nova


No outro dia, Mamãe foi ao banco e levou Bombom junto. Ficou na fila.
Ele olha para as cadeiras especiais, em volta, e fala: Mãe, tu tem que sentar nessas cadeiras aqui, que é pra atendimento preferencial! A Mãe tenta desconversar: Não precisa, filho, só mais tarde.
Ele: Não, tu senta aqui. E logo avisa, pra todos ouvirem: A minha mãe ta grávida!

Boa Nova


Numa noite, toca o telefone e vovó atende. Só ouve aquela voz gritando:

A MÃE TÁ GRÁVIDA!

Pois é, vem mais alguém para a família, e Bombom está contentíssimo. Chegou na escola, foi contando a novidade para todo o mundo, do porteiro aos coleguinhas, às mães, à profe... tá feliz, o gurizinho.

domingo, 30 de outubro de 2011

O falso verdadeiro

Semana passada, estava passando um filme meio assustador, na tevê, e Bombom ficou assustado. Mamãe veio tranqüilizá-lo: Não precisa ficar com medo, isso é de mentira, não é real!
Ele contestou na hora: Mãe, não existe isso que é de mentira. Se a tevê que eu estou vendo é real, as pessoas são reais, o som do filme é real, então é real!

Mamãe emudeceu...

Cachorro-pato

Há alguns meses, Bombom ganhou do tio Tefa e da tia Fagu uma cachorrinha salsicha, muito sapeca. Deu-lhe o nome de Rosinha. Ele a adora, e volta e meia vem contar alguma coisa que conseguiu ensinar pra ela. Outro dia, quando o papai chegou em casa, veio correndo contar:

Dadá, hoje a Rosinha me disse as primeiras palavras que ela aprendeu.

Dadá perguntou: Ah, é? E que palavras foram essas?

Resposta: Quá-quá!

sábado, 17 de setembro de 2011

Futuro do pretérito

Dadá e Mamãe conversam sobre o carro, que está com problemas e que o conserto vai sair caro. Bombom ali por perto. Mais tarde, chega para o Dadá e diz: Eu queria te dar um carro novo! Eu vou fazer um carro novo pra ti, a gente vai comprando as peças e montando, até virar um carro novo! Dadá se comove com a intenção do gurizinho, e fala: Tá bom, filho, a gente pode ir fazendo isso, aos poucos, no futuro... Bombom não se aguenta: Não, eu quero fazer isso agora, no passado!