sexta-feira, 29 de abril de 2011
EXTRA! EXTRA!
Ontem, 28 de abril de 2011, às 23 horas, caiu o primeiro dente-de-leite do Bombom! Providências foram devidamente tomadas por Mamãe e Dadá para avisar a Fada do Dente... (aqui entre nós: esse menino é precoce, mesmo...)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Dente frouxo

Terça-feira, Mamãe foi levar Conrado ao dentista, para recolocar o aparelho. Bombom junto, quietinho. Ao final da consulta, Conrado já devidamente atendido, ele se volta para a dentista e diz, com toda a autossuficiência: “Doutora, eu tenho que te falar uma coisa agora. Este meu dente aqui na frente dói quando eu como milho.”
A dentista, surpresa com a autonomia do pequeno, já examina e verifica que o dentinho está frouxo. Pede um raio-x, pra ver o que há, pois ainda é muito cedo para a perda dos dentinhos de leite. Agora, é esperar o resultado.
Mas ele já está bem consciente de que não deve comer alimentos duros. Chegando na casa da vó Tetê, pede: “Me dá uma bala 7 Belo!”. Mas, lembrando-se logo da recomendação, emenda, com muita propriedade: “Hmm, na verdade, não!”
quarta-feira, 16 de março de 2011
Bolo Bom

Dia desses, Bombom e família foram visitar a Vovó. Bombom queria fazer um bolo, mas Vovó estava tão cansada que não se animou. Ele teve uma idéia: “Pelo menos, vamos então escrever uma receita!” ‘Tá bem!”
Caneta e papel à mão, sentam os dois, ele comanda: “Nesta folha, escreve o nome: Biscoitos crocantes Bombom e Tetê.” “Tá feito!”
“Agora, muda a folha e escreve a receita, eu falo e tu escreve.” “Pode falar.”
E ele falou, com toda a tranquilidade, uma receita de bolo! Tá bem, não eram biscoitos crocantes, mas era uma receita, com ingredientes e modo de fazer! Vovó encantada, Bombom faceiro, mostrando para todos a sua obra! Na hora de ir embora, levou a receita, pedindo ao Dadá para ajudá-lo a preparar, quando chegassem em casa. Já perto da meia-noite, Dadá telefona pra Vovó´: “O bolo do Bombom ficou tribom!”
Ora, ora, só faltava essa, o guri de 4 anos é bom de cozinha! Aí vai a receita, com alguns ajustes do Dadá (Bombom só tinha citado os ingredientes, sem as quantidades, e indicado o uso do liquidificador, para bater a massa. Dadá acrescentou a manteiga e o leite, pra ficar macio, e usou a batedeira. O forno, que era médio, passou para a temperatura correspondente, de 180 graus. E, já que o resultado foi um bolo, mudou-se o nome. No mais, a receita é do Bombom!)
BOLO BOM
5 ovos
15 colheres de sopa de farinha de trigo
01 lata de leite condensado
01 XÍCARA DE LEITE
02 COLHERES DE SOPA DE MANTEIGA
01 cl sopa de fermento
01 abacaxi pequeno
uma pitada de sal
Açúcar cristal
Em uma batedeira, coloque as claras e bata em neve até ficar consistente.
Acrescente uma a uma as gemas e, em seguida, o leite condensado, lentamente. Acrescente O LEITE, a farinha e A MANTEIGA.
Coloque uma pitada de sal e adicione o fermento.
Despeje a mistura em uma forma untada e polvilhada com farinha.
Descasque e retire o miolo do abacaxi. Corte-o em fatias e as fatias em metades. Ou como preferir.
Coloque gentilmente as fatias de abacaxi sobre a mistura e polvilhe-as com açúcar cristal.
Leve para assar em forno a 180º até dourar.
5 ovos
15 colheres de sopa de farinha de trigo
01 lata de leite condensado
01 XÍCARA DE LEITE
02 COLHERES DE SOPA DE MANTEIGA
01 cl sopa de fermento
01 abacaxi pequeno
uma pitada de sal
Açúcar cristal
Em uma batedeira, coloque as claras e bata em neve até ficar consistente.
Acrescente uma a uma as gemas e, em seguida, o leite condensado, lentamente. Acrescente O LEITE, a farinha e A MANTEIGA.
Coloque uma pitada de sal e adicione o fermento.
Despeje a mistura em uma forma untada e polvilhada com farinha.
Descasque e retire o miolo do abacaxi. Corte-o em fatias e as fatias em metades. Ou como preferir.
Coloque gentilmente as fatias de abacaxi sobre a mistura e polvilhe-as com açúcar cristal.
Leve para assar em forno a 180º até dourar.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Tetê e o rádio
Na volta da escola, mamãe liga o rádio, que transmite A Voz do Brasil.
Bombom diz: Não quero ouvir a voz do Brasil!
Mamãe: Mas por quê? A gente sempre ouve.
Bombom: Não! Quero ouvir a Tetê, “a vó do Brasil”!
Bombom diz: Não quero ouvir a voz do Brasil!
Mamãe: Mas por quê? A gente sempre ouve.
Bombom: Não! Quero ouvir a Tetê, “a vó do Brasil”!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Fraternidade

Bombom ganhou várias bolinhas coloridas de borracha, e está em casa brincando, fazendo-as saltar.
Conrado chega e pede: “Me dá uma bolinha pra eu brincar também!” Ele, categórico: “Não!” Conrado insiste: “Mas tu tens mais de 40 bolinhas, me dá só uma!” Ele sente que o argumento é válido e resolve atender o pedido do irmão, mas faz questão de deixar claro que a decisão não foi muito fácil.
Coloca as mãos na cintura e conclui: “Esse irmão me dá um trabalhão!”
Nem Iemanjá está livre...

Na primeira semana de praia, Bombom entra na água, ostentando os óculos de mergulho. Ao final da manhã, porém, já perdeu os óculos nas ondas de Torres e vem chorando pedir uma solução para Mamãe. Ela, tentando sem sucesso consolá-lo, apela para as divindades: “Olha, acontece que Iemanjá, a rainha das águas, está acostumada a receber oferendas das pessoas. E às vezes, quando ela gosta de verdade de alguma coisa, resolve guardar essa coisa. Ela deve ter resolvido ficar com teus óculos.”
Ele não se consola muito, mas aceita. Dias depois, Bombom brinca na beira da praia com um pote plástico. Novamente, a força da água leva o brinquedo. Novo choro, e Mamãe reforça a história, desta vez conduzindo-o à água, para fazer um pedido: “Iemanjá, por favor, devolve o pote, senão não posso mias brincar!”
Feito isso, Mamãe entra no mar e, surpresa, dali a pouco encontra o pote. Volta, contente, para Bombom, e, julgando ter encerrado a questão, lhe diz: “Olha, Iemanjá nos ouviu e devolveu teu potinho!”
Ele, no mesmo momento: “Mãe, volta lá e pede os meus óculos!”
sábado, 29 de janeiro de 2011
Consciência finíssima
Bombom na praia de Torres, com Mamãe e Conrado. Mar calmo e água clara (é, às vezes isso ocorre, em praias do Rio Grande!). Sai da água, faceiro, vai pra baixo do guarda-sol, senta na areia e começa a se deliciar com o milho verde cozido que mamãe acabou de comprar.
Súbito, a consciência da situação privilegiada e o comentário certeiro:
"Mãe, isso é que é vida, hein?"
Súbito, a consciência da situação privilegiada e o comentário certeiro:
"Mãe, isso é que é vida, hein?"
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