
quinta-feira, 3 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Saudade é um problema
Mamãe tenta animá-lo, convida pra comer alguma coisa, oferece um filme pra verem juntos, senta pra brincar, nada dá resultado, ele continua aborrecido. Por fim, ela pensa que talvez ouvir uma história o alegre. Pega um livro e começa a ler pra ele.
Depois das primeiras frases, ele a interrompe: Mamãe, para de ler. Tu não tá vendo que eu tô com problemas?
Filosofando...
Coraçãozinho apertado

No início do mês, Papai foi viajar para o Rio, a serviço, e conseguiu voltar antes do previsto. Bombom ficou contente. Mas, à noite, Papai lhe explica: - Voltei mais cedo, pra ficar mais um pouco contigo, mas, no domingo, o Dadá vai viajar de novo, filho.
Bombom não diz nada, mas vira o rostinho pro outro lado, como a esconder do Papai.
Este observa, com o coração dolorido, que Bombom está com os dentes cerrados, contendo-se, e as lágrimas rolam com força...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Dia das Mães com tédio

Ontem foi o Dia das Mães. Vovó Tetê ligou pra casa do Bombom. A empregada, Fátima, atende (de registrar que Fátima é chamada, em off, de Ogro. E em on, de Princesa Fiona...).
Ela passa o telefone pro Bombom, que resmunga, entre dentes:
"... liz Dia das Mães".
O que foi, Bombom? pergunta Vó Tetê, e ouve, no tom mais entediado do mundo:
"Feliz Dia das Mães".
Depois: "A Fátima já me mandou três vezes dizer isso no telefone! Eu odeio a Fátima!"
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Dodói
Hoje Bombom está meio dodói. À tarde, veio pra casa da Vó Tetê, ao invés de ir pra escolinha Doce Mel. Teve um pouco de febre, ficou meio sonolento, mas tomou o antitérmico e já melhorou. Convidou pra ir à locadora comprar (alugar ainda não é uma idéia muito clara pra ele) o dvd "9-A Salvação", que ele já viu em casa, mas queria mostrar como era legal.
É legal, mesmo. Em alguns momentos, ele coloca as mãozinhas na frente dos olhos, dizendo que não quer ver porque é muito assustador.
No final, Vovó comenta sobre os fantasminhas dos personagens, que surgem como silhuetas finas, luminosas, e ele corrige: Que fantasma? É a alma deles!
Nada como ainda não ter assimilado os conceitos de civilização judaico-cristã, pra poder ser tão seguro frente a almas e fantasmas...
É legal, mesmo. Em alguns momentos, ele coloca as mãozinhas na frente dos olhos, dizendo que não quer ver porque é muito assustador.
No final, Vovó comenta sobre os fantasminhas dos personagens, que surgem como silhuetas finas, luminosas, e ele corrige: Que fantasma? É a alma deles!
Nada como ainda não ter assimilado os conceitos de civilização judaico-cristã, pra poder ser tão seguro frente a almas e fantasmas...
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